CuidarSI×AgileCare
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Palestra · Operadoras de saúde

Da qualificação
à gestão

O modelo que a sua operadora pode aplicar para transformar a entrada do beneficiário na melhor fonte de dados da gestão de vidas.

CuidarSI × AgileCare
O modelo que você leva desta palestra

Um dado. Três destinos.

Este é o percurso que o dado clínico pode fazer na sua operadora — e o que muda na sua gestão quando ele não morre na esteira.

Fase 1 · Entrada

Qualificação

Declaração de Saúde conduzida por profissional de saúde, com registro estruturado de ciência de sintomas e condições.

Fase 2 · Inteligência

Estratificação

O mesmo dado vira mapa da carteira: risco, comorbidade e elegibilidade para programas — antes do primeiro sinistro.

Fase 3 · Cuidado

Gestão de vidas

APS e Promoprev recebem uma carteira já conhecida — captação dirigida, linhas de cuidado e desfecho mensurável.

Nos próximos minutos: os cinco passos para você estruturar as fases 1 e 2 na sua entrada. Na sequência, a AgileCare mostra a fase 3.

O problema que o modelo resolve

O custo da entrada cega

Quando a Declaração de Saúde é tratada como burocracia de venda, você passa a conhecer a sua carteira apenas pelo extrato de sinistros.

Sinistralidade surpresa

Condições crônicas não identificadas na entrada aparecem como alto custo já instalado — sem janela de prevenção.

CPT frágil

Sem registro qualificado de ciência do beneficiário, a sua alegação de DLP se enfraquece e a disputa migra para NIP e judicialização.

Gestão sem endereço

Seus programas de APS e Promoprev buscam vidas elegíveis às cegas, com captação cara e adesão baixa.

A pergunta que orienta esta palestra: quanto da sua carteira você conhece antes do primeiro sinistro?

Evidência do modelo · Resultados observados em carteiras reais
0
entrevistas qualificadas aprovadas e analisadas em carteiras reais — o que esse modelo revela quando é aplicado
0%
das vidas com comorbidade
(6.181 beneficiários)
0%
dos achados são condições crônicas (12.882 registros)
0%
achados agudos ou pregressos (21.567 registros)
0%
das vidas em risco alto ou muito alto (511 beneficiários)

Base analítica agregada e anonimizada de entrevistas qualificadas · CID mais prevalente: H52.1 — Miopia (2.259 registros)

Evidência do modelo · Estratificação já na entrada

Cada vida entra com um endereço de risco

Muito baixo
1.403
Baixo
4.829
Médio
3.408
Alto
302
Muito alto
209

Leitura para a sua gestão

511 vidas (5%) tendem a concentrar a maior parte do custo assistencial — candidatas naturais à gestão intensiva de caso.

3.408 vidas em risco médio são a janela de ouro da prevenção: ainda baratas de cuidar, caras de ignorar.

Na sua carteira os números serão outros — o padrão de concentração, não. Estratificar na entrada é o que transforma a sua promoção e prevenção de campanha genérica em programa dirigido.

Evidência do modelo · O mapa clínico da carteira

Onde estão as vidas elegíveis para os seus programas

Olho e ouvido
6.517
Aparelho respiratório
4.612
Endócrinas e nutricionais
3.142
Aparelho digestivo
2.764
Geniturinário
2.671
Aparelho circulatório
2.156
Transtornos mentais
2.098
Sistema osteomuscular
1.821

Sinais diretos para a sua APS e o seu Promoprev

Obesidade (E66): 1.248 registros · Ansiedade (F41.1): 656 · Hipertensão (I10): 441 · Rinite (J30.4): 633

As suas linhas de cuidado cardiometabólico, saúde mental e respiratório podem sair da entrada com lista nominal de elegíveis.

H52.1 Miopia 2.259
H52.2 Astigmatismo 1.829
E66.0 Obesidade 748
F41.1 Ansiedade 656
J30.4 Rinite alérgica 633
H52.4 Presbiopia 629
E66.9 Obesidade NE 500
I10 Hipertensão 441
Passo 1 · Conduza a declaração com profissional de saúde

A mesma vida, duas declarações

Declaração de venda

Beneficiária, 52 anos · preenchimento sem condução clínica
Medicação contínuaNega uso de medicação contínua.
Cirurgias préviasNega realização de cirurgias prévias.
CardiológicoNega alterações cardíacas.
EndocrinologiaNega alterações endócrinas.
PsiquiatriaNega alterações psiquiátricas.
IMCNão aferido.

Entrevista qualificada

Mesma beneficiária · condução cefalocaudal por profissional de saúde
Medicação contínuaLosartana 50 mg/dia revisão
Cirurgias préviasColecistectomia (2019)
CardiológicoHipertensão arterial I10
EndocrinologiaNega alterações endócrinas.
PsiquiatriaAnsiedade em acompanhamento F41.1
IMC32,4 — obesidade E66.0

A diferença não é o formulário — é a condução. O mesmo questionário, nas mãos de um profissional de saúde, produz negativas expressas onde nada existe e registro codificado de ciência onde algo existe. Um documento protege o seu contrato; o outro, além disso, informa a sua gestão.

Passo 2 · Padronize a investigação da cabeça aos pés

Investigação cefalocaudal em três níveis

Nível 1 · Sistema
Nível 2 · Principais patologias questionadas
Já apresentou algumas das seguintes alterações?
Nível 3 · Raciocínio clínico do item
Toque um sistema e uma patologia para ver a ramificação —
em cada sistema, qualquer resposta diferente de negativa
abre o questionário aprofundado daquele item.

A lógica do método: percorra todos os sistemas, questione as principais patologias de cada um e, para cada resposta positiva, aprofunde com raciocínio clínico — quem nada refere gera negativa expressa ("Nega alterações neurológicas"), nunca silêncio no formulário.

Passo 3 · Preserve o caráter declaratório

Entrevista qualificada não é perícia

Entrevista qualificada

Caráter declaratório
  • Baseia-se no relato e no conhecimento do próprio beneficiário
  • Padrão de registro: ciência do sintoma ou da condição — não exige diagnóstico formal fechado
  • Profissional de saúde conduz e qualifica a declaração, sem investigar clinicamente
  • Nenhum exame é solicitado ou exigido

Perícia

Caráter investigativo
  • Investigação diagnóstica ativa sobre o estado de saúde
  • Solicitação de exames complementares e avaliação presencial
  • Juízo médico próprio, que substitui a declaração do beneficiário
  • Aprofundamento clínico que vai além do relato
Por que a fronteira importa: quando a sua operadora opta por examinar o beneficiário na entrada, ela assume para si o conhecimento do risco — e compromete a sua alegação posterior de omissão de DLP. Manter a entrevista no campo declaratório preserva exatamente o instrumento que sustenta a sua CPT.
Passo 4 · Ancore o processo na régua regulatória

RN 558/2022 + LGPD

RN 558/2022 · ANS Declaração de Saúde, DLP e CPT

  • DS preenchida pelo próprio beneficiário, com direito a orientação por médico, sem custo quando indicado pela operadora
  • CPT limitada a 24 meses e restrita a PAC, cirurgias e leitos de alta tecnologia vinculados à DLP declarada
  • Omissão só se combate por alegação de fraude junto à ANS — e o ônus da prova é da operadora
  • É esse ônus que o registro estruturado de ciência do sintoma vem endereçar

LGPD Dado de saúde é dado sensível

  • Finalidade específica e informada: o beneficiário sabe o que é coletado e para quê
  • Minimização: coleta-se o necessário à qualificação — não um prontuário paralelo
  • Segurança e rastreabilidade: registro íntegro, trilha de auditoria e guarda controlada
  • Continuidade com governança: a transição do dado da entrada para a gestão exige base legal e finalidade assistencial definidas
Passo 5 · Estratifique e entregue à gestão

Entregue à sua gestão uma carteira, não uma lista de nomes

Alto e muito altogestão intensiva de caso511
Risco médioprevenção dirigida3.408
Baixo e muito baixopromoção e vínculo com APS6.232
  • Priorize quem já concentra risco: 511 vidas com plano de cuidado individual desde o primeiro mês.
  • Previna onde ainda é barato: suas linhas de cuidado cardiometabólico e de saúde mental com elegíveis nominados pela entrada.
  • Vincule a base saudável à sua APS: porta de entrada definida antes do pronto-socorro virar hábito.
  • Meça o modelo: tempo entre a entrada e o primeiro contato de cuidado como a sua métrica compartilhada de qualificação e gestão.

Passagem de bastão

A partir daqui, o dado precisa virar cuidado.
CuidarSI AgileCare

Gestão de vidas · Atenção Primária à Saúde · Promoção e prevenção